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terça-feira, 31 de maio de 2005

DIRETOR DO SIND-UTE BETIM FURA GREVE EM BH?

DIRETOR DO SIND-UTE BETIM FURA GREVE EM BH?A propósito do Sind-UTE Estadual e de sermos um só sindicato (sindicato único): na última assembléia fui informada que colega DIRETOR do Sind-UTE sub-sede Betim, que É também da RME BH, FURA A NOSSA GREVE. Está trabalhando normalmente, como se nada estivesse acontecendo....Explicando melhor: o cidadão é diretor do Sind_UTE (em Betim) e fura greve em BH onde também leciona. Precisamos apurar isto. SOMOS OU NÃO UM SÓ SINDICATO??? EXPLICAÇÕES. URGENTE!!!!PS: Se não aparecerem explicações (convincentes), publicarei o(s) nome(s) do(s) suposto(s) envolvido(s).

Prazo: 72 horas.

DIRETOR DO SIND-UTE BETIM FURA GREVE EM BH?

A propósito do Sind-UTE Estadual e de sermos um só sindicato (sindicato único): na última assembléia fui informada que colega DIRETOR do Sind-UTE sub-sede Betim, que É também da RME BH, FURA A NOSSA GREVE. Está trabalhando normalmente, como se nada estivesse acontecendo....Explicando melhor: o cidadão é diretor do Sind_UTE (em Betim) e fura greve em BH onde também leciona. Precisamos apurar isto. SOMOS OU NÃO UM SÓ SINDICATO??? EXPLICAÇÕES. URGENTE!!!!

PS: Se não aparecerem explicações (convincentes), publicarei os nomes dos supostos envolvidos.

Prazo: 72 horas.

quarta-feira, 25 de maio de 2005

Por que desvalorizar o que valoriza a vida?

Por que desvalorizar o que valoriza a vida?

A arte de educar e de se reeducar: transpondo barreiras historicamente construídas

A educação transforma e valoriza as formas de pensar e agir das pessoas, bem como faz com que elas se repensem e passem a ser cidadãos até mais críticos.
No entanto, uma tendência atual do profissional da área educacional é exatamente retrógada, pois existe de forma silenciada uma baixa auto-estima e a desvalorização despercebida da profissão que é: pensar na profissão e nos profissionais como falidos e decadentes. Existem falas que reforçam pensamentos negativos acerca da profissão na àrea educacional,como pensar que todo ?professor ganha mal mesmo?, e ?se você quiser ganhar dinheiro tem que procurar outra profissão?, ou ainda ?eu só estou nesta profissão porque gosto e já sabia que iria ganhar mal por toda a vida.?
Estas falas são típicas de uma reprodução social e de cunho político que há anos vêm desvalorizando o cerne da sociedade, a educação. E o que tem acontecido? Bem, diante de tais atrocidades e de uma sociedade extremamente capitalista alguns jovens que se interessavam pela profissão são desmotivados pelos familiares e por amigos a procurarem outras profissões que os valorizem e que remunerem com mais dignidade seus profissionais. Desta forma, o que deveria ser mais valorizado neste país:a educação, pois é pela e através dela que se busca dar oportunidades e desmistificar as relações de diferenças sociais acentuadas é deixada à mesmice,ao desmazelo,é ?sucateada?.
Renegamos o que deveria ser essencialmente de qualidade para crianças,o ensino e a a construção de um real conhecimento que complementa o ?saber do mundo? que estas possuem e trocam em seu meio social. Elas precisam da escola e de seu ensino para suas vidas e nós juntamente com o poder público,sendo cúmplices desta parafernália pedagógica transformamos tudo numa ?brincadeira de faz de conta?,como reafirma Werneck dizendo "eu finjo que ensino enquanto você finge que aprende".Porque na realidade o pouco que se investe no país é no ensino,a educação sempre fica para segundo,terceiro,qurto,quinto,etc...planos.O ensino na educação infantil na rede pública não possui uma proposta efetiva nas escolas e nem ao menos materialidade específica para atividades que contemplem a corporeidade.A educação denominada como ensino básico,o 1° e 2° ciclos do ensino fundamental que enfocam a alfabetização e o letramento possuem infindos problemas de todas as ordens,cuja falta de recursos ainda vem sendo o fator limitante da prática pedagógica cotidiana da maior parte dos profissionais.Já o 3° ciclo sofre com tantos problemas,inclusive com a demanda diversificada,o ensino denominado para ?Todos? e com pouquíssimos recursos,e além do mais com infinitos problemas de indisciplina escolar.O ensino superior brasileiro é em sua maioria para os alunos que estudaram em escolas particulares,que têm uma ?boa base? porque os que cursaram um ensino básico na rede pública na maioria das vezes de péssima qualidade não conseguem transpor às barreiras da prova de vestibular super concorrida nas universidades federais brasileiras.
Então um ensino em que não se investe num educador que precisa ter capital para fazer cursos, palestras, comprar coleções de livros, ter computador e internet para pesquisas em casa,ter boas condições de trabalho com materialidade e recursos só pode ser um ensino fraco,mas muitas vezes fazemos os denominados ?milagres do improviso? e nos responsabilizamos por tudo,ou quase tudo,que omitimos o fracasso e tentamos mais uma vez interpelar os teatros da vida diária.
Como por exemplo quando não temos um professor substituto que o governo deveria pagar por ele vamos lá e substituímos o poder público para não prejudicar tanto os alunos,e prejudicamos ainda mais dando aulas improvisadas,sem planejamentos,sem material adequado,dentre outros,ou trazemos materiais de casa ou compramos com o nosso próprio dinheiro o que o governo deveria enviar para um trabalho de qualidade,e não temos reuniões pedagógicas ou o direito de fazê-las para discutir e conectar todo o trabalho da escola,na busca da qualidade pedagógica,do ensino ministrado,etc.E nós educadores estamos ganhando pouco,com salários baixíssimos, tão pouco que mal está dando para sobreviver, e o poder público ainda exige ensino superior para todos os professores, certamente porque precisa ter números de profissionais formados,com curso superior para repassar e mostrar para o exterior trabalhadores da educação com formação superior,denominada de qualidade,e ganhar um "dez",mais uma farsa.Que qualidade é essa?Devemos pensar qual é a concepção de qualidade para o poder público, às vezes estamos nós mais uma vez equivocados.
Acredito que também temos ?culpa no cartório? como diz o ditado popular pois estamos enquanto categoria nos deixando levar por tantos vai e vem,estamos participando de tantas políticas públicas falseadas,tantas teorias pedagógicas falidas,tantos métodos ultrapassados,tantos, tantos...que o que estamos mesmo precisando é de valorizar nossas atitudes coletivas e nos valorizar enquanto profissionais que buscam e visam um ensino público de qualidade neste país.E neste sentido buscar unir nossas forças para manter discussões políticas e desmentir uma mídia que quer provar e dizer para as famílias,para o povo brasileiro novamente ?mentiras?, o que muitas vezes não está acontecendo no espaço escolar. Priorizar sempre a união e parceria com companheiros de profissão e ao mesmo tempo repudiar atitudes de rigor negativista no ambiente de trabalho são atitudes de verdadeiros educadores. Uma profissão na área da educação não pode ser comparado a um amor mal correspondido, temos que amar nossa profissão e ser amados também,com uma correspondência quase que biunívoca,pois não adianta pensarmos sozinhos,querermos sozinhos,buscarmos sozinhos...
Vanessa Quaresma Costa

Pedagoga, psicopedagoga e coordenadora pedagógica da PMBH

quinta-feira, 19 de maio de 2005

AOS INIMIGOS, MÁ SORTE; OU A MORTE! (Clica Aqui)

Redirecionado (Clica Aqui)

Carta da PIlar na greve de 1999

Fiquei sabendo da carta da Pilar criticando a PBH em 1999, quando ela era ainda apenas uma colega nossa da E. M Caio Líbano. Concordo plenamente contigo Pilar, é um absurdo o que fazem conosco, não é mesmo? Pena que aquela companheira Pilar já não existe mais, somente a secretária que hoje recebe 59% de reajuste e que com tal "calaboca" (quem não gostaria de um igual?) só faz endurecer conosco em nome da "PBH sem recursos" e não negocia.

Seria legal resgatar a história de cada um destes ex-militantes de partidos de esquerda e de sindicato (para relembramos o que eles falavam, criticavam, propunham, defendiam, acreditavam.). Seria bom relembrar o Carlão, o Arnaldo Godoy (aquele do estadual São Rafael), o Pimentel que pegou em armas, o Dulci (que fazia greves de fome), e tantos outros e outras, agora encastelados e recebendo rechonchudos salários acrescidos de seus também 59% de reajuste.

O que dizia este povo nas greves que faziam ou propunham?

Sugiro que quem tem a cópia da carta da ex-professora e hoja gestora Pilar, que a publique neste espaço virtual.

Um abraço.

Prof. Geraldinho (IMACO)

O Princípio da Demagogia

Foi citado ontem pelo Jornal da CBN que cerca de dois mil e oitocentos alunos estão sem aula devido a nossa greve.
Também foi citado que a prefeitura , irá cortar o ponto dos professores em greve e está entrando com uma ação na justiça pedindo autorização para contratar professores para nos substituir .
Ora , se tudo isto está acontecendo gente , significa que ao contrário que nossos colegas pelegos pensam , a nossa greve está incomodando sim .
Agora , que me desculpe a D. Pilar : Querer dizer que a principal preocupação é com o Pedagógico é cômico !
A não ser que tenha se errado a palavra : Peidagógico ou Pestalógico seria o correto .
Não querendo tirar o mérito e a qualidade profissional de nossos colegas pelegos , um professor que entra temporariamente em uma turma , Não possui a ammnese desta , nem sabe o grau de dificuldade de cada aluno , nem as alternativas pedagógicas escolhidas pelo grupo para aquela turma.
Eu diria que um bom professor , em um trabalho sério , ao fim de aproximadamente três meses é que terá identificado os principais problemas de base e aprendizagem e elaborado diretrizez de trabalho para o ritmo de cada turma .
Só aí é que irá começar o trabalho que aparece , as aulas de verdade propriamente ditas.
Mas por outro lado , o que eu estou dizendo é bobagem , visto que o conteúdo no plano político pedagógico da atual administração não é importante : O importante são os dias letivos e não a qualidade !
Se , por exemplo , Katia Aplikda aprendeu as operações matemáticas e as conjugações verbais, possui um bom desempenho etc e não possui os malditos dias , COITADA : Ela é pior que o Jõao do Tra Fico Analfa Beto , pois este não sabe nem escrever , só vai a esola pra trabalho , mas possui a frequência, portanto , ele está mais capacitado !
Também, caso isto venha a acontecer (A contratação de substituto), só confirma a pólitica de desrespeito ao profissional que a atual administração tem em relação aos seus empregados : O problema não é falta de verba , pois se a mesma cogita em contratar substituto , de duas uma : Ou ela tem verba suficiente ( sic) ou a coisa envereda pelo outro lado : Vai tentar dar o cano no pagamento dos contratos através do leão ou outro meio qualquer .
Eu pessoalmente , acredito mais na primeira opção e isto só prova que a negociação não acontece por picuinha !
E que ironia : Nunca nenhum partido de direita ameaçou isto , todos tentavam negociar ( Nas administrações anteriores , a discussão girava em torno do percentual oferecido) Na atual administração , pela primeira vez na história do país , a PBH vai tentar na justiça , a possibilidade de contratar um substituto !
Vejam a incoêrencia : Ela prefere gastar com um substituto que negociar !
A propósito , o partido há muito deveria ser rebatizado : PCT e não PT .
Isto é uma afronta chamar o partido de partido dos trabalhadores , tendo em seu bojo pessoas que nunca trabalharam , alguns mesmo assaltantes de banco da época da ditadura..
Por isso a sigla deveria ser mudada : Partido contra os trabalhadores .
Pedro
EMDO

O Fim da Pedagogia

É com grande tristeza que assistimos ao fim da ciência da educação no espaço docente contemporâneo, o pedagogo tem se tornado um mero inspetor de alunos ou auxiliar administrativo de professores e direção da escola, o governo federal através da "reforma" do ensino superior deseja acabar com as metérias de filosofia, ciência política, psicologia e sociologia dos currículos dos cursos de pedagogia, ao que parece querem eliminar a conciência crítica do profissional da educação e minar futuras organizações e manifestações da categoria, vamos a luta, não deixaremos, se preciso for haverá derramamento de sangue, mas não vamos aceitar esta repressão passivamente. Professores do mundo uní-vos, por um amanhã melhor!!!!!!!
Ass. Estagiário de Coord. Pedagógica

VAMOS DIVULGAR NOS JORNAIS DE BEAGÁ

Companheir@s,

Sugiro que os diversos artigos aqui publicados, em particular aqueles que denunciam as situações de violência nas escolas,sejam encaminhados para as redações dos jornais mineiros. Na maioria deles, a coluna de CARTA DO LEITOR publica as opiniões desde que enviemo artigo acompanhado do xerox da carteira de identidade. O texto e o xerox do documento podem ser enviados via fax.

Vamos à luta divulgar ao mundo o que está acontecendo com a educação municipal!!!

Consolação

quarta-feira, 18 de maio de 2005

Violência e Ax(ch)é music

No mês de abril de 2005 nos deparamos com cenas cada vez mais marcantes de violência nas escolas da RME: um aluno do Marconi foi assassinado por outro nos arredores da escola; um aluno do Imaco passou o estilete na garganta de outro, que só não morreu devido ao corte não ter atingido a jugular; um estudante(?) atirou (de revolver calibre 22) em outro(?), na E. M Arthur Versianni Veloso. No início de maio uma aluna de quinze anos bateu no rosto de uma professora do turno da tarde no IMACO.

O que tem de diferente nisto tudo, visto que as escolas têm sempre convivido com a violência? A novidade é que as escolas citadas estão todas na região Centro-Sul, dentro ou próximo da Avenida do contorno. As agressões físicas, a falta de respeito pelo outro, sempre denunciadas como coisa da perfiferia, agora, devido a impunidade e a falta de uma política sistemática de combate ao terror, chegou ao centro, às escolas até então consideradas ilhas de excelência (quem não se lembra do Marconi e do Imaco nos anos 60, 70 e 80?).

Assim como a Europa Ocidental dos anos 40 assistia o recrudescimento da violência nazista na sua periferia e nada fazia até a guerra chegar as suas mais belas cidades, cabe a cada um de nós cidadãos e educadores, formar agora (antes tarde que nunca!) fileiras e lutar (e cobrar das autoridades) contra tal estado de coisa.

Se não houver uma atitude forte e coletiva da parte de nós trabalhadores, TODOS, das comunidades TODAS, da periferia e do centro, DA SOCIEDADE CIVIL, da imprensa, a escola pública continuará um front, uma faixa de gaza e a violência, num crescendo, nos engolirá a TODOS, como a esfinge lendária: DECIFRA-ME OU DEVORO-TE.

Chama-me a atenção, sempre que leio jornais, as reclamações de leitores e ariculistas sobre os buracos nas ruas e autoestradas, a falta/ atraso de ônibus e pelo lixo esparramado pelas ruas, praças e lotes vagos. Chama-me também a atenção o não dito e o não reivindicado: quando os cidadãos desta BH começarão a entender que todo o citado acima passa ou começa na escola? Demostram seu analfabetismo político (cidadãos comuns e jornalistas) ou seria isto apenas uma deficiência causada pela perspectiva de classe - ou ausência da mesma: classe média não usa escola pública mas tem carro e ainda anda pelas ruas e a classe proletária ainda não conseguiu se convencer do valor da educação?

Espanta-me mais ainda fatos como os vistos na abertura da Conferência Municipal de Educação: garotas de 14, 15, 16 anos, em sumárias e inocentes licras, rebolando as bundas e seios adolescentes para vereador e vereadoras, secretária de educação, professores e professoras, pais e mães e colegas de escolas, sob o patrocínio do grêmio escolar (onde está o combativo Movimento estudantil?), ao som de um muuuuuuiiiiiito pedagógico aché baiano.

Comentário de uma vereadora, líder do prefeito na câmara, presente ao local: "aaadoooro aché!!!!"
Comentário meu: E viva a escola plural!!!

Sabem quem é?

Diário Oficial do Município - Belo Horizonte Ano XI - Nº: 2.311 - 03/01/2005

PORTARIA Nº 4.259 DE 28 DE FEVEREIRO DE 2005

O Prefeito de Belo Horizonte, no uso de suas atribuições legais,
RESOLVE:
...
Art. 4º - Nomear Thaís Velloso Cougo Pimentel, para o cargo de Diretor da Diretoria do Museu Histórico Abílio Barreto da Fundação Municipal de Cultura - FMC.
...
Art. 12 - Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação.

Belo Horizonte, 28 de fevereiro 2005

Fernando Damata Pimentel
Prefeito de Belo Horizonte

sexta-feira, 13 de maio de 2005

quarta-feira, 4 de maio de 2005

O QUE A PBH NÃO DÁ, A MÁFIA GARANTE!

Na noite de 22/03/ 2005,terça-feira, após, propositalmente, interromperem o fornecimento de energia elétrica da escola, ladrões renderam os professores da EMIAM (Escola Municipal Inácio de Andrade Melo), em seus carros, quando eles se preparavam para sair. Foram levados celulares, bolsas e documentos. Pelo menos três professoras sofreram violência física (coronhadas) além de ameaças verbais: uma professora teve um revolver encostado em sua cabeça e foi ameaçada de morte. O vigia do noturno foi jogado ao chão e pisoteado.
No dia seguinte, a direção comunicou o ocorrido à Regional e informou que os professores pretendiam paralisar as aulas no noturno até que se garantisse a devida segurança aos alunos, funcionários e professores. A reação da Secretária da Regional Noroeste revelou, em sua atitude, o quanto a PBH "nos preza" e se "preocupa" com seus funcionários ao alertar a diretora para o fato de que, se os professores parassem, teriam que, simplesmente, repor as aulas, pois os alunos têm o 'direito' a 200 dias letivos anuais, não importa quão infernal eles sejam.
Essa "preocupação" obsessiva, mesmo estúpida, da PBH em se fazer cumprir essa diretriz (e somente essa) revela, de forma patente, o desprezo para com a classe dos professores e a omissão diante da responsabilidade dela em garantir a segurança e a qualidade no trabalho. Não se levou em conta, nem mesmo , o trauma que o ocorrido causou à comunidade escolar. Os alunos, agora, permanecem tensos: qualquer movimentação diferente, próximo à escola, e eles já querem ir embora e ficam agitados, prejudicando as aulas.
O mais impressionante é que, 10 dias depois, um "representante da comunidade" (leia-se, "do trafico") procurou a direção e os professores da escola, a fim de informar que ele daria garantias que o ocorrido não voltaria a acontecer, pois, argumentou ele, "apesar do diploma não fazer falta para a vida do homem, esta escola é muito importante para algumas crianças" (leia-se: bolsa escola, merenda, etc.). Além do que, acrescenta, "os professores ganham muito pouco e não acho justo o que aconteceu."
Pasmem! A preocupação, reconhecimento e consideração desse representante com a comunidade escolar é (infinitamente superior) à demonstrada pela PBH. Ele devolveu a maior parte dos objetos roubados. Se bem me lembro, uma situação semelhante a essa só ocorreu na Sicília, quando a Máfia tomava pra si a incumbência que o governo italiano não assumia perante seus cidadãos.

Prof.a. Anônima