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segunda-feira, 28 de novembro de 2005

VIOLÊNCIA NA RME BH - SEGUNDO TEMPO

Duas semanas depois de ter postado o texto desabafo sobre Violância na RME, um aluno matou o outro no IMACO. A facada de Marcelino, 30 anos, em Michael, 17 anos, assassinou duas vidas e muitas esperanças. No dia seguinte aos fatos, após a exibição das vísceras da escola na mídia, a gerente de educação CS foi a escola apresentar as condolências de Maria do Pilar Lacerda aos professores: estamos com vocês neste momento....
Estava conosco naquele momento por não estar em outros, ou em todos.
Sua visão míope de educação inclusiva e a falta de uma política pública de educação, séria, eficaz, verdadeiramente inclusiva, republicana se fez notar mais uma vez...
A mensagem demonstrou que Pilar está tão distante da realidade da educação de BH quanto seu quarto de hotel 5 estrelas em Brasília, de onde falou, está distante da periferia e das vilas e favelas de onde vêem nossos alunos.

Uma escola inclusiva de verdade pode existir sem uma quadra de futebol ou de voley sequer?
Uma escola de qualidade pode existir sem professores para todas as disciplinas?
Uma escola republicana pode existir sem cumprir as normas coletivamente e legitimamente emanadas? O que dizer da falta de tempo para reflexão, para as reuniões pedagógicas- aprovadas no conselho Municipal de Educação? O que dizer da falta de uma política salarial séria e coerente? O que dizer da alegada falta de verbas enquanto se gasta 15 milhões em dois meses no gabinete de Pimentel? E da publicidade paga com dinheiro público?

Enquanto isto, a quadra de futebol do Parque Municipal, única para os alunos do IMACO está fechada há cerca de 60 dias para reformas e a quadra de Tênis do Parque - sim, BH tem uma - continua sendo usada por meia dúzia de tenistas. Isto é que é sensibilidade social!!!

quem matou Michael???

Até a próxima vítima....

Prof. Geraldinho- terceiro turno- IMACO

5 comentários:

Anônimo disse...

Colega,
o mensalão denunciado neste blog não é exclusividade de algumas escolas. Acredito que a maioria das escolas também tem colegas que vendem ou alugam seu apoio as diretorias em troca de horas de projetos específicos e de dobras. As diretorias por sua vez, alugam ou vendem o apoio ao projeto biruta de inclusão da PBH, talvez para não serem incomodados ou para que o projeto de reeeleição não seja ameaçado.
É o caso da minha escola, que não vou identificar por razões pessoais e por temer represálias. Voce vai compreender que nem todo mundo tem a sua coragem. Parabéns pelo texto. Continue escrevendo. minha sugestão é de voce publicar no jornal da assemp também.

Nós professores disse...

Que barraco foi aquele lá no auditório da Imaco no dia da audiência pública do Conselho? Cê tava puto da vida. Quem era aquela dona?

Mara Rúbia.

Anônimo disse...

Olá, Mara,
Foi uma tentativa da vice-diretora do IMACO de me censurar, de enquadrar o meu discurso em padrões mais aceitáveis PARA ELA.Após a minha fala na audiência pública, quando critiquei a ausência de uma política de educação que conjugasse tempo e ESPAÇOS, citando como exemplo a falta de equipamentos e espaços esportivos na escola - ginásios, quadras, pistas etc - e o sucateamento de alguns espaços, ela se sentiu ofendidinha e partiu para a agressão verbal, lá no auditório e também na porta da escola. Lógico que eu não poderia aceitar. Afirmei que ela deveria procurar o microfone na audiência mesmo e denunciar o que acreditasse estar errado em minha fala. Ela, covardemente não o fez e preferiu bater em retirada gritando impropérios. Por que será que ela se sentiu tão ofendida? Identificação com a política particada pela PBH?
Prof. Geraldinho - IMACO - noturno.

W. F.C. disse...

Geraldinho, manda vê, homem! Tem outros casos que venho sendo informado que, quando tiver tempo, vou relatar aqui!

Anônimo disse...

A diretora também partiu aos gritos para cima de um pai na audiência da Educação Infantil. Os profissionais e membros do conselho que viram ficaram envergonhados com a atitude dela. Ela deveria é ser encaminhada para fazer exame de sanidade mental pois perde o equilibrio com muita facilidade. O seu vice deveria assumir a direção da escola, que é muito grande e tradicional para ficar em mãos tão despreparadas.