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terça-feira, 13 de abril de 2010

Fim da greve

É o fim, o fim da greve, o fim!!!
Quando se iniciaram as negociações, na primeira rodada, com a primeira oferta, fizemos o quê?
Acabamos com a greve, uma pena, na hora errada!
Mas é isso foram apresentadas as propostas e votou-se, vergonhosamente pelo fim da GREVE!
Até breve, companheiros!!!

19 comentários:

Anônimo disse...

Vergonha nada, vergonha para o PISTU, para Pedro, para Vanessa e sua turminha. Vocês surrupiaram as eleições da direção pra isso? Pra enterrar o movimento? Fora DIRETORIA PELEGA!!!!

Anônimo disse...

É uma pena.
Tanto esforço da categoria e na hora em que começam as negociações,a pelegada do pstu dá este presente para a pbh,derrotando mais uma vez a nossa categoria.
São os cordeirinhos do lacerda...
Nem gasto letra maiúscula com esse povo.
Golpistas!

Anônimo disse...

)~: O "pistu" é feio, mais um sapo pra categoria. Além de golpistas são cagões!

Anônimo disse...

O pessoal do PSOL pelo menos defendeu a continuidade da greve e a dignidade da Categoria, estão de parabéns!(acho que vou votar neles).

(~:

Anônimo disse...

Não se esqueçam, desde o início o "pistu"(feioso), não queria greve, apresentaram aquela proposta ridícula de greve por tempo determinado(vergonha). Quem defendeu a GREVE foi o povo do PSOL!!! Eles realmente pensam na categoria! Estão mesmo de parabéns!!!!

Drika Sanz disse...

Que pena... Um movimento que tinha tudo para dar certo acabar nessa vergonha. É uma piliticagem de quinta categoria. E essa Vanessa... que nojo.

Nós Professores disse...

É pisitu, povo!

anônimo disse...

RECORDAR É VIVER...
o sind rede desfiliou do sind ute porque fazia acordo rebaixado, e defendia as propostas do governo...

saiu da cut porque era chapa branca, e puxava o movimento pra trás...

PERGUNTA:

QUAL É O NOME DO FILME???

eu diria: "E AGORA COMPANHEIRO???"

rita disse...

foi a assembleia quem decidiu pelo fim da greve e não o partido político. isso aqui não é palanque eleitoral. os professores e professoras não tiveram pernas pra prosseguir. é só.

Anônimo disse...

o caralho!
Se a direção não tem coragem pra seguir com a categoria, vaza! Mas não joga o bebê fora junto com a água suja!!!

Anônimo disse...

Se fosse assim, caríssima Rita, ninguém precisaria de defesa.
Aquela Vanessa só deu má-nota.

rita disse...

comentário anonimo não merece crédito. assinem e apareçam, deem a cara como dou a minha. ainda assim, quem aqui poderia acreditar se a assembléia não estivesse dividida e votasse em peso pela manutenção da greve, o que o sindicato poderia fazer contra? por que vcs que tanto reclamam não tentaram se manifestar com mais propriedade no local correto e na hora certa, ao invés de ficar postando comentários anomimos em blogs? apareçam, mostrem a cara nas assembléias, falem para todos os professores. assim, quem sabe, entenderão que é facil por defeito, difícil é trabalhar. não simplifiquem as coisas, repito, isso aqui não é palanque eleitoral.

Anônimo disse...

Vc também é anônimo, só o seu ID que não é. Quantas ritas tem nas escolas?
E eu sou João.

Anônimo disse...

Pardidinho feio, pisituizinho nojento!!!

Anônimo disse...

NEGOCIAÇÃO SIM, IMPOSIÇÃO NÃO!

RESPEITO ÀS NOSSAS REIVINDICAÇÕES E POLÍTICA SALARIAL SÉRIA, COM AUTONOMIA E VALORIZAÇÃO




Desde o dia 18 de março, os Trabalhadores e Trabalhadoras em Educação da Rede Municipal de BH deflagraram uma greve como forma de romper a ausência de diálogo da Prefeitura Municipal no que tange às reivindicações da categoria.

A luta é por um reajuste salarial de 22,41%, além de isonomia salarial e funcional entre as professoras da educação infantil, e dos auxiliares da educação com os demais técnicos de ensino médio.

Há dois anos a categoria não conta com um reajuste salarial, as perdas remontam a 1996, e o governo municipal tem se utilizado de abonos que não são incorporados as demais conquistas trabalhistas, como férias e décimo – terceiro, para escamotear essa realidade. A exemplo da precária condição de trabalho dos companheiros do Estado, a PBH promove o desmonte de direitos históricos adquiridos através da luta de várias gerações de trabalhadores e trabalhadoras em educação belorizontinos.

A greve, instrumento legítimo dos trabalhadores, é a única forma de fazer com que a PBH/SMED acorde para o resultado desta política nefasta: o adoecimento da categoria, o fim da autonomia dos trabalhadores, arrojo salarial, divisão dos trabalhadores com salários e planos de carreira diferenciados no interior das escolas, enfim, uma política anti-servidor que deve ser combatida e derrotada na Rede BH.

Não é com a pressão antidemocrática que a PBH tem se utilizado, como a instrumentalização do poder judiciário contra os trabalhadore(a)s, ou a total ausência de diálogo e negociação, que dobrará e derrotará o movimento grevista reivindicatório. A causa é justa e são propostas legítimas, sem as quais não pode haver educação de qualidade.

Na última assembleia do dia 09 de Abril, a PBH apresentou por telefone uma proposta de 4,11% e mais a anistia dos dias parados, desde que sejam repostos até o dia 23 de Dezembro; além um um percentual maior para os auxiliares e educadoras infantis, já que esta reconhecia a defasagem salarial em relação aos demais cargos da educação. Em seguida, chegou até a assembleia um documento da PBH que repetia os 4,11% sem mencionar quando o mesmo seria concedido, e não citava literalmente o não-corte de salário dos dias em greve, trazendo apenas a obrigatoriedade da reposição, e nada falava sobre o percentual de recomposição dos auxiliares e educadoras.

A categoria não deve aceitar esse engodo, onde a mera negociação, instrumento presente em qualquer relação institucional/patronal, aparece como uma vitória nas falas de alguns companheiros; além do percentual rebaixado, qua nada representa em termos de uma real política salarial para a categoria. Mesmo a progressão através de especializações já cursadas foi ignorada.

A categoria, consciente de suas necessidades e de sua força, sabe avaliar porque está de braços cruzados desde o dia 18 de Março, sabe o que quer.

A INTERSINDICAL/MG está presente na construção do movimento, e seguimos juntos àqueles que realmente proporcionam à população desta cidade o legítimo acesso à educação e à cultura, mas que recebem do poder administrativo apenas o descaso e a omissão perante suas reivindicações salarias e pedagógicas.





AUTONOMIA POLÍTICA, DIGNIDADE SALARIAL E RESPEITO PEDAGÓGICO



INTERSINDICAL/MG – INSTRUMENTO DE LUTA E ORGANIZAÇÃO DA CLASSE TRABALHADORA



www.intersindicalminas@blogspot.com

www.intersindical.org.br

Modesta Trindade Theodoro disse...

Tente refazer uma parte, pois está errada!
No dia 9, após o telefonema e a passeata, foi entregue um ofício ao Comando. Ofício este que está em algum lugar neste blog (repassado pelo Júlio). Ele trata da Educação Infantil e dos Auxiliares, pois diz: " efetivos do Plano de Carreira". Além do mais, ficou acertado que o Secretário se reuniria após o dia 15 com a Educação Infantil e com os Auxiliares.
As únicas categorias não contempladas com o pouco oferecido
(4,11%) foram: Celetistas, professor aposentado sem paridade, e pessoal contratado pelo Caixa Escolar.

Atenciosamente,
Modesta Trindade Theodoro

Anônimo disse...

Eu sou o zé ninguém, assim fiquei me sentindo quando meu sindicato(aliás a diretoria usurpadora de meu sindicato), me abandonou , no meio de uma greve linda e com 66% de adesão, que bando de bundões. Só estaão na diretoria por que deram o cano na eleição. Turminha fajuta!!!

Anônimo disse...

Abandono é pouco. Agora vão por culpa na PBH.

Anônimo disse...

A culpa é de quem? Filho feio não tem pai! A PBH vai dizer que faz sua parte e até instaurou uma mesa de negociação(ficticia), o sindicato vai dizer que o momento não era propício e a categoria "sifu" no meio disso